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19/05/2014 - 11h20

O futuro a nós pertence

Quem já teve a oportunidade de viajar para fora se deparou com grupos sociais que obedecem as leis sem restrições e desconhecem o tal “jeitinho” que os brasileiros dão para todas as coisas.

 

Aqui as regras de convivência social são diferentes, o “eu”, a família e os mais próximos podem tudo, enquanto para os outros deve ser aplicada a lei sem perdão. É assim na política, na família, entre os amigos e é claro com o que diz respeito à atuação pessoal.

 

Ser brasileiro é seguir uma lógica pessoal de atuação que começa em pensar em si em primeiro lugar e nos outros bem depois. Assim vamos vivendo, numa ultrapassada condescendência para os maus hábitos de convivência.

Marginalizamos, de comum acordo, o que sugere o engessamento do comportamento e criamos para a maioria das regras atenuantes de visão e de conduta, acreditando com isso dar mais sabor a vida.

 

Não estamos acostumados a pensar no reflexo da nossa atuação em coletividade. Para a maioria, o sonho de consumo diz respeito a tudo que promove a convivência com a solidão - quartos e banheiros privativos, carro para uso exclusivo do condutor, Iphones, Ipads, computadores pessoais e etc.

 

No fundo, vivemos um grande paradoxo. De um lado somos treinados para a individualidade enquanto do outro somos obrigados a viver em coletividade.

Optamos então para um misto complacente de modo de interação. O coletivo interessa quando individualmente fazemos parte integrante dele. Caso contrário, é problema dos outros.

 

A verdade é que estamos chegando a um estágio de convivência social complicada, porque polidez, etiqueta ou bons modos tem a ver com ética e, no modelo do eu primeiro e o resto depois, a falta da boa educação para o convívio afeta a sociedade como um todo.

 

Mas ser educado e pensar no quanto interferimos positivamente ou não na vida dos outros não é ultrapassado. Ao contrário é vanguarda.

Refletir sobre a nossa atuação individual no coletivo é mais do que nunca uma obrigação e premissa para salvaguardar nosso futuro como nação. Nisso, as empresas são modelos de atuação para o coletivo e para o individual e não devem se por a parte disso.

 

Cada vez que um chefe ou subordinado é desleal com a empresa ou com seus colegas, mal educado com quem atua no seu raio de ação, as consequências negativas não são apenas para a imagem pessoal, mas para o todo.

 

Vale um conselho, pense bem antes de ser indelicado, impaciente ou grosseiro no jeito de falar e nas suas atitudes. Lembre-se de que o futuro a nós pertence. Sendo assim, o comportamento de cada brasileiro constrói o contexto social público ou privado em que vivemos e pensando bem, pode ser muito melhor ao que estamos acostumados.

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