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31/03/2014 - 17h56

Para ter sucesso é preciso ser um misto de formiga e cigarra

Para quem não se lembra ou não conhece, a fábula da cigarra e da formiga ensina que passar a vida flauteando não leva a lugar nenhum.

A história conta que uma formiga dava um duro danado nos meses de verão, enquanto a cigarra só desfrutava a vida e mais nada. No entanto, com a chegada do inverno os papéis se inverteram e não deu outra: a formiga que tanto “ralou” ficou só aproveitando e a pobre cigarra levou a pior.

A fábula, como se viu, não deixa nenhuma dúvida sobre seu cunho educativo, mas...  isso é mesmo verdade?

Pensando em Competência Social quem é “Caxias” e trabalha demais não tem tempo para se informar, perceber boas oportunidades e se informar sobre o que está acontecendo. Isso para não falar que acaba implicando também na falta de tempo para pensar, conseguir articular novos projetos ou ter idéias novas e arrojadas.

Na visão das empresas globalizadas essa formiga não teria a menor chance de chegar a ser líder, uma vez que deixou de lado a construção de novos relacionamentos que poderiam ser preciosos, a chance de mostrar outros talentos além daquele de ser unicamente uma boa trabalhadora.

Na fábula, a formiga não fazia outra coisa a não ser trabalhar duro, enquanto a cigarra tinha habilidades hoje vistas como nada desprezíveis: cantava, tocava violão, procurava fazer novas amizades e ainda se divertia com o que sabia fazer.

La Fontaine, por ter vivido no século XVII, talvez tenha escrito a fábula deste modo, afinal, as pessoas por razões religiosas e sociais tinham necessidade de acreditar que não havia nada além do trabalho.

Hoje, somos obrigados a buscar dentro de nós a diversidade. Os executivos, homens ou mulheres, precisam saber e ter muitas habilidades para poder se dar bem nas exigências da vida sócio profissional.

No mundo contemporâneo, até saber dançar e cantar pode ser a diferença para a tão sonhada promoção ou para ficar estagnado para sempre numa baia de escritório.

A palavra de ordem é flexibilidade, curiosidade, elegância e disposição para tudo. Atualmente, é necessário não só “ralar” bastante, mas como foi dito anteriormente, gostar também de estudar, cozinhar, fazer atividades físicas, entender de história, cinema, saber conversar e por aí vai.

Ganha pontos quem for bom orador, piadista, contista, lobista, articulador e negociador. A única que coisa que não soma é só ser um bom trabalhador.

O que fazer então? Lá se vão algumas sugestões:

 

  • Mantenha o interesse em todas as coisas. Conheça novas pessoas e, se possível, estreite laços com boa parte das que irão aparecer em sua vida. Quanto maior o número de bons relacionamentos, mais chances terá de ser lembrada para um determinado posto, convidado para eventos ou ser ajudado numa hora de dificuldade.
  • Seja curioso. Pessoas com essa característica, além de interessantes e interessadas são apontadas como especiais. Quem não gosta de ter ao lado alguém com boas histórias para contar? Quando se está totalmente aberto para aprender coisas diferentes é maior a possibilidades de fazer conexões e ter novas e arrojadas idéias.
  • Viva a vida 360 graus. Executivos que só se dedicam ao universo corporativo perdem informações preciosas que surgem da família, dos amigos, do lazer e, naturalmente, do trabalho. Além disso, quem vive a vida nos seus 360 graus tem mais chance de ganhar dinheiro porque não tem pendências em nenhuma das áreas de atuação.
  • Seja elegante com si mesmo e para com os outros. Lembre-se, cada um é dono de sua própria história, nela os capítulos e o final dependem do enredo que se construiu. Quem decide se o desfecho será de drama ou de romance é só o autor.

O importante é mesclar a determinação da formiga com o modo alegre de ver a vida da cigarra. Lembrando, por via das dúvidas, de poupar dinheiro para os invernos.

 

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