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01/10/2014 - 12h07

Marketing pessoal: a combinação de resultados e exposição

Da redação Emprego Certo

Todos já encontraram um profissional como esse pela vida: ele sabe falar muito bem, é impecável na entrevista de emprego, se gaba com o chefe de cada resultado que alcança e, na hora de trabalhar, parece fazer muito menos do que promete. Mesmo assim, acaba sendo o que ganha maior confiança com os superiores. Mas isso está mudando e as atitudes são cada vez mais valorizadas.

 

Fazer o tão falado marketing pessoal é possível a medida que se tem resultados práticos a atrelar à imagem do profissional. Numa entrevista de emprego, por exemplo, é importante saber usar os seus pontos fortes e imagem pessoal. Mas, segundo Telma Guido, consultora da Right Management, é preciso ponderar. “Não necessariamente se vender o tempo todo, pois pode ser demasiado e ao invés de positivo, ser uma postura arrogante.”

 

O mesmo vale para a rotina no mundo corporativo. Os superiores não estão olhando tudo o que os empregados fazem durante as oito horas de trabalho. Eles não veem cada resultado positivo e, se sim, normalmente o atribuem à equipe como um todo.

 

Por isso, cabe a cada um preocupar-se com o seu marketing pessoal. Ou seja, com “se vender” pelas suas conquistas. “É tarefa de cada um vender sua imagem positiva, mas com respaldo, com efetivo resultado e postura correta. Ninguém é patrocinador da sua imagem, é tarefa individual”, explica a consultora.

 

Ou seja, só falar, sem apoio de reais resultados, não leva a lugar algum. O importante é equilibrar as duas coisas: a atitude e o cultivo da imagem pessoal na empresa. Guido garante que é necessário se vender, pois “se dão bem” os que fazem as duas coisas. E que o mais adequado seria o bom e velho “falar menos e fazer mais”, mas sem deixar de falar. Não fazê-lo poderia ser contraproducente em termos de carreira.

 

É possível não investir no marketing pessoal e, ainda assim, conseguir fazer com que os resultados e números falem por si só. Mas é mais difícil. Funciona apenas com uma combinação de dois principais elementos: chefes muito observadores e que tenham tempo para ser minuciosos, além da ausência de colegas de trabalho – ou mesmo superiores – invejosos. Em outras palavras, um cenário pouco provável. Isso porque, num mercado competitivo, os companheiros de empresa estarão sempre buscando promover-se. Esperar que os resultados façam isso sem a ajuda individual de quem os conseguiu é um risco. É muito provável que não funcione tão bem como com a combinação dos dois.

 

 “É difícil reconhecer uma pessoa que tenha boa imagem com a chefia e não entregue nenhum resultado. Mas se isso acontece, quem está se comprometendo mais são os superiores e a responsabilidade maior pode ser atribuída a eles. Como o mundo organizacional está sempre em mudança, imagino que, se houver uma mudança nos cargos acima, a pessoa não sobreviverá nessa situação”, esclarece. Portanto, o melhor é sempre encontrar o equilíbrio em seu próprio trabalho e, de forma positiva, apresentar seus melhores resultados. Falar é importante.

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