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22/09/2014 - 12h29

Saiba avaliar o momento de ingressar num curso de pós-graduação

Da redação Emprego Certo

O mercado de trabalho está mais competitivo e uma das soluções encontradas pelos profissionais para se destacar em meio a tudo isso é investir em mais cursos depois da formação básica em universidades.

 

Segundo o Ministério da Educação, o número de cursos de pós-gradução total no Brasil era de cerca de 23.500, em 2002, e aumentou para quase 78 mil em 2012. Os números, que mais que triplicaram no período de dez anos, continuam crescendo. De 2010 a 2013 houve um crescimento de 23% no número desses cursos no país.

 

Antes de começar uma pós, porém, há de se considerar alguns fatores como o valor do curso e sua efetividade no plano de carreira de cada um. E isso só pode ser analisado caso por caso.

 

De acordo com Willian Bull, sócio consultor do Instituto Pieron, existem duas formas de ver uma pós: a primeira é a perspectiva do custo-benefício. Ou seja, avaliar se os conhecimentos e habilidades a serem adquiridos por meio de tal curso vão contribuir diretamente para que o profissional obtenha uma determinada posição que almeja ou lhe permita avançar no seu plano de carreira individual.

 

“A outra é pensar se a experiência de fazer uma pós-graduação é algo que trará ao profissional algum tipo de realização que não necessariamente esteja ligada a um objetivo de carreira de curto ou médio prazo”, sugere ele.

 

Quer dizer, ou aquele curso vai ser crucial no desenrolar da carreira ou seria uma experiência pessoal de semelhante relevância. E um bom exemplo disso são as idas ao exterior a fim de adquirir novos certificados. A finalidade é não só a realização individual da vivência, mas também networking internacional, sempre bem-vindo no mercado.

 

Além disso, Bull ainda defende que é preciso calcular nitidamente quais as metas a serem alcançadas, quaisquer que sejam elas. Acelerar o crescimento profissional, fazer novos contatos ou mudar de área?

 

O importante é traçar um objetivo claro. “Alguns profissionais buscam programas como MBAs ou mestrados no exterior almejando uma promoção ou mudança de carreira de curto prazo”, exemplifica.

 

Mas dois empecilhos enormes são os maiores desafios: como solucionar o problema do tempo e dinheiro? É importante ter em mente que o curso ocupará grande parte da rotina semanal, além do alto investimento.

 

Ainda que possa não ter grande número de horas presenciais, quando não planejado, os estudos, trabalhos e entregas podem se tornar mais dor de cabeça que aprendizado. O custo-benefício precisa estar adequado às expectativas, à disponibilidade e ao poder aquisitivo de cada profissional.

 

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