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29/08/2014 - 10h22

Características da geração Y no mercado de trabalho

Da redação Emprego Certo

Inquietos, multimídias, sempre conectados e com desejo de crescimento rápido. Esse é o comportamento dos novos profissionais que estão tomando conta do mercado de trabalho, denominados de geração Y.

Nascidos entre 1980 e 1990, as pessoas da geração Y já ocupam quase 25% do mercado de trabalho, segundo pesquisa do Ibope. Com isso, novos hábitos começam a ser observados no mundo corporativo.

Trabalhar enquanto ouve música e conversa com os amigos pelas redes sociais parece algo impossível para os mais experientes. Não, para os mais jovens. Aliás, proibir o acesso às redes sociais e aos dispositivos móveis durante o trabalho, pode até resultar em uma baixa de produtividade.

À primeira vista, eles dão a sensação de serem totalmente relaxados e despreocupados com o trabalho. Mas é assim que eles conseguem cumprir com as suas obrigações e ocupar cargos importantes de forma acelerada.

Aos poucos, as novas tendências da geração Y estão se tornando regra e transformando o ambiente de trabalho. Conheça, abaixo, outras características dessa geração:

Sem limites entre a vida pessoal e profissional

A geração Y não está preocupada em encontrar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Para eles, tudo está misturado e não existe uma rotina clara e estabelecida.

Ficar oito horas seguidas em um escritório também não faz parte da realidade deles. Com todos os recursos tecnológicos disponíveis, de laptops a smartphones, o profissional dessa geração não precisa (e nem quer) trabalhar apenas dentro do horário de trabalho, “preso” em uma sala.

Se for preciso, ele tira a manhã de folga para resolver problemas pessoais, mas finaliza o serviço à noite, remotamente em sua residência. Nota-se que o profissional da geração Y precisa de flexibilidade em sua agenda para apresentar melhores resultados.

Chefes “Y” focam em resultados

Pode ter certeza que um chefe da geração Y não vai encher o saco dos funcionários quanto a atrasos e horas a mais de almoço. O que ele quer ver são resultados e não horas de trabalho da equipe.

Outra prática que vai ganhando força é o home office. Segundo a pesquisa da Top Employers Institute, 55% do Reino Unido e da Alemanha já permitem os funcionários a trabalharem de casa. Por aqui, o índice ainda é de apenas 15%. Os “patrões” dessa geração também, não cobram a presença física dos funcionários, desde que eles entreguem o que lhes foram pedidos.

Reuniões e e-mails

Gastar horas em uma sala para definir estratégias e metas também é perda de tempo para a geração Y. Os novos profissionais estão substituindo encontros presenciais e o disparo de e-mails corporativos por mensagens instantâneas, seja pelas redes sociais ou aplicativos.

Com a ajuda dessas novas ferramentas, o feedback passa a ser diário e não apenas semestral ou anual. O retorno imediato é bom para a empresa e para os funcionários.

No fundo, a geração Y entende que mais qualidade de vida significa mais produtividade e, consequentemente, mais resultados.

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