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25/08/2014 - 12h30

Apagão de mão de obra: tempo médio para preencher vagas operacionais cresce a cada ano

Da redação Emprego Certo

Há aproximadamente cinco anos, quanto maior o nível hierárquico de uma vaga, mais demorada era sua contratação. Hoje, a realidade não mudou, vagas de altos níveis continuam sendo de mais difícil preenchimento. O que mudou foi que mesmo vagas operacionais começam a dar trabalho para os recrutadores, que têm dificuldade em encontrar profissionais qualificados para as funções.

“As mais difíceis são da construção civil, motoristas de caminhão e serralheiros”, explica Francine Silva, gerente da Unidade de Alphaville da Luandre, consultoria de Recursos Humanos que administra anualmente 55 mil contratos de trabalho em todo o Brasil. Desse total, cerca de 6.000 vagas são perdidas ou canceladas. “Isso inclui tanto processos que não encontraram candidatos quanto contratantes que cancelaram a seleção por optarem em contratar alguém da própria empresa”, explica Fernando Medina, diretor de operações.

Segundo a Luandre, se, em 2012, a seleção para uma vaga operacional demorava cinco dias, em 2013 este mesmo processo passou a demorar até 15 dias, por conta da dificuldade em encontrar candidatos qualificados.

A consultoria elencou as seis profissões onde mais faltam profissionais:

1) Motorista de Caminhão

2) Técnico Refrigeração

3) Construção Civil em geral (Pedreiro, Instalador de Piso, Mestre de Obras)

4) Serralheiro

5) Técnico Nutrição

6) Auxiliar de Limpeza

No caso de motorista de caminhão, construção civil e serralheiro, a dificuldade em encontrar profissionais acontece porque muitos deles preferem o trabalho autônomo, onde a remuneração, geralmente, é superior do que trabalhando como CLT. Por outro lado, profissionais da área de limpeza têm migrado para áreas de produção, que também oferecem melhor remuneração e nem sempre pedem experiência anterior.

A dificuldade para encontrar bons profissionais e o maior tempo empregado no recrutamento tem, no entanto, ajudado para o desenvolvimento interno em algumas organizações, que têm acompanhado e valorizado seus funcionários. “Hoje as empresas olham para estes profissionais com mais cuidado e os avaliam constantemente para ocuparem funções superiores, oferecendo cursos e especializações”, afirma a consultora.

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