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01/03/2013 - 14h02

Gravidez e trabalho combinam?

Gravidez não é doença! É possível sim trabalhar e ter excelente desempenho estando grávida. Sabemos a legislação garante direitos e certa estabilidade para as gestantes, no entanto, isso não pode ser desculpa para deixar de cumprir com suas obrigações na empresa.

 

Claro que toda gravidez e trabalho tem sua particularidade e exceção. Vai depender do tipo de trabalho que a grávida exerce e as condições de saúde declaradas por seu médico.

 

Na hora de comunicar seu chefe de sua gravidez, faça pessoalmente e comunique com alegria, mas sem euforia. Vale lembrar que o chefe ou as pessoas da equipe não são obrigadas a se emocionar ou se envolver. E a grávida não deve ficar chateada contando para todos a “insensibilidade” do chefe ou de alguns na equipe. Muita cautela para não entrar nesse caminho.

 

É comum a gestante sentir certa insegurança quanto ao seu trabalho, afinal provavelmente a empresa contratará outro profissional para cuidar de suas responsabilidades quando se ausentar na licença maternidade. Por isso, que assim que comunicar a notícia de gravidez, lembre-se que a vida dentro da empresa continua normalmente e você deverá se dedicar inteiramente à sua função.Entendo que quanto mais alto o cargo na empresa maior a preocupação dela sobre como vai ficar a situação no trabalho durante a gestação.

 

Como que a mulher grávida deve se comportar durante a gravidez no trabalho, como conciliar exames, mudanças de humor, enjôos, enfim, tudo o que vem junto com a gestação e o trabalho?

 

Antes de mais nada, é preciso entender que não se pode separar a maternidade e a competência profissional, e por incrível que pareça, a maior dificuldade é justamente aceitar a idéia de que se pode conciliar as coisas, tendo um cargo de chefia e também uma família.

 

De modo geral, a futura mãe deve estar a par do que está acontecendo no seu meio profissional e se manter responsável por ele.

 

Negociar horários mais flexíveis e conduzir reuniões mais rapidamente são alternativas sempre à mão. Afinal, o que importa é a qualidade do trabalho, não o tempo que se passa na empresa. Se as crises de enjôo se repetem, uma dica é ingerir um alimento a cada duas horas - não há mal algum em fechar a porta discretamente para fazer um lanche sentada à mesa. Se as pernas incham, basta providenciar um banquinho e colocá-las para cima, tomando o cuidado, obviamente, de estar de calça e se manter discreta. Vontade de ir ao banheiro frequentemente? Numa reunião, o melhor é sentar, então, perto da porta de saída, para não interromper o andamento dos trabalhos.

 

Trabalho e gravidez combinam sim. Gravidez não pode ser impedimento para admissão em uma vaga de trabalho, muito menos motivo para demissão de emprego. E estamos vendo que o mundo corporativo está pronto para negociar e fazer concessões; as grandes empresas estão tão preocupadas com a evasão de talentos femininos que abrir mão de uma ou duas horas do expediente ou impor o local onde esta profissional vai trabalhar é o de menos.

 

Negociar, negociar sempre e individualmente - sejaa flexibilidade de horários, a licença temporária ou o teletrabalho, enfim o que for possível obter. E aproveitar que se está no exercício do poder para implementar cada vez mais programas de promoção do equilíbrio entre vida pessoal e profissional para todos, homens e mulheres

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