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22/02/2013 - 17h08

Pegação no trabalho - pode ou não pode?

"Onde se ganha o pão, não se come a carne", já diz o mais conhecido ditado popular de etiqueta profissional. Nós passamos muito tempo no ambiente de trabalho, cerca de oito dez horas e com isso se torna cada vez mais comum envolvimento emocional.

 

Quando você passa grande parte do seu dia no escritório, passa a ter relações mais estreitas com as pessoas, o que facilita o envolvimento.

 

Mas não é tão simples assim, você terá que tomar alguns cuidados com esse envolvimento.

 

Apesar de não serem incentivados pelas empresas, são poucas as que vetam formalmente. Mesmo assim, a regra é manter a discrição e, dependendo da empresa em que trabalha, se o relacionamento ficar serio, provavelmente vc terá que buscar uma recolocação no mercado. A grande maioria das empresas é contra o casamento entre funcionários, afinal quando está tudo bem na relação, sua produtividade na empresa vai bem, mas...e quando seu relacionamento está em crise ou termina, como é que você vai conviver com esse “ex” sem afetar sua produtividade?

 

Na teoria tudo funciona, fica facil separar vida pessoal e profissional, mas na prática a realidade é outra. A empresa vai começar a implicar com o seu relacionamento quando houver uma queda na produtividade ou ciúmes exagerado.

 

Agora, se o romance for inevitável, o que fazer? O casal não deve esconder do chefe a relação. É uma atitude antiética e incorreta. O melhor é fazer da forma correta para não causar ruído, pois de uma forma ou de outra as pessoas acabam descobrindo.

 

Uma outra dica é que não é porque está apaixonado que vai esquecer das obrigações ou começar a trocar carinhos na frente do patrão.

 

Demonstrações de afeto no ambiente de trabalho não combinam. É preciso seriedade e profissionalismo. Outro hábito desagradável, é seguir os mesmos horários que o parceiro e deixar de se aproximar dos demais colegas por conta do namoro. Por exemplo na hora do cafezinho e do almoço também é hora de fazer networking. Muitos profissionais se privam desse momento por conta do relacionamento.

 

Outra cautela é não usar em demasia telefones e formas de comunicação interna para ficar trocando recadinhos amorosos, será prejudicial pra você.

 

Em uma pesquisa realizada pelo psicólogo Adrian Banks, da Universidade de Surrey, na Inglaterra sobre paquera no ambiente de trabalho, satisfação profissional, desempenho no cargo e personalidade. A conclusão foi que os insatisfeitos profissionalmente eram mais galanteadores e – pior do que isso – apresentavam baixo nível de inteligência emocional. Ou seja, por não conseguirem medir os excessos, não percebiam que passam dos limites na paquera.

 

Segundo essa pesquisa, todo esse amor para dar pode ser tédio e uma busca por algo mais interessante para deixar o dia a dia no trabalho mais feliz.

Ou seja, meu caro, se você anda olhando muito para os lados talvez seja hora de começar a mandar currículos. Fique esperto!

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