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19/01/2011 - 10h54

Ano Novo, Vida Nova, Emprego Novo?

Nessa época do ano é muito comum para todos nós fazermos uma avaliação do ano anterior e pensarmos, o que será que deve ser mudado para o ano seguinte? Como a questão profissional é um dos pilares mais importantes da vida de qualquer pessoa, ela é alvo constante de reflexões e questionamentos.

 

Dedico o artigo desse mês a você leitor que se fez essa pergunta e que sente, na alma, a dúvida da resposta.

 

Muito bem, mudar de emprego não é uma ação simples. Ao contrário é uma ação que causa muito impacto em nossas vidas. E causa impacto em vários aspectos dela. Nos emocionais, nos financeiros, nos familiares. Mudar de emprego ou decidir-se pela abertura de um negócio próprio ou mesmo mudar a área em que se atua requer um ato de planejamento e profunda análise, e não um ato de impulsividade. Pensar em deixar o cargo atual devido a um fato isolado, como uma discussão com seu chefe, uma falta de aumento, ou algo similar, seria o mesmo que acabar um casamento por causa de uma briga pontual.

 

Para aqueles que realmente pensam em mudar, uma boa dica é analisar três fatores muito importantes e que, de uma forma ou de outra, precisam estar presentes em nossas vidas. É claro que não teremos os três satisfeitos em sua plenitude o tempo todo, mas há um limite pessoal a ser determinado do quanto cada um quer ceder e onde quer estabelecer o grau mínimo de aceitação dos fatores.

 

O primeiro deles é a PERSPERCTIVA, ou seja, há uma perspectiva de crescimento na sua atividade atual? Você visualiza um cenário mínimo de médio prazo de onde quer e vai chegar com o que está fazendo e realizando todos os dias? O segundo fator é a sua REMUNERAÇÃO. Não existe remuneração ideal, perfeita, completamente equilibrada. Mas no âmbito geral, você deveria considerar aquilo que ganha “justo” para o que você faz e para o que o mercado paga em cargos similares ao seu. O terceiro fator é aquilo que chamo de SATISFAÇÃO DIÁRIA, ou seja, você levanta pelas manhãs animado e motivado com o que vai fazer? Isso não significa absolutamente que você não terá dias ruins e complicados, mas o saldo total ao final da semana ou do mês tem de ser positivo. Você tem de sentir-se mais alegre e feliz do que triste.

 

Muito bem, esses três fatores se alteram em intensidade e valor conforme nosso momento de vida, de carreira, e financeiro, mas teoricamente eles deveriam existir de alguma forma “equilibrada” em todas as nossas atividades profissionais.

 

Após essa boa reflexão, se por acaso, um desses fatores esteja muito defasado em relação aos outros e você não veja perspectiva alguma de melhoria, aí sim talvez seja hora de você começar a planejar uma mudança. Porém com muita calma, com análise, com preparação e com a certeza de que irá buscar algo para, no geral, sentir-se melhor e mais feliz, o que na verdade é o que todos nós queremos. Mas lembre-se que escolha com muita calma e faça tudo com tranqüilidade.

 

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