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28/10/2010 - 19h28

Teremos um futuro de relações virtuais?

Desde seus primórdios, o homem se agrupa em comunidades por algumas razões importantes, como a identidade com seus semelhantes, necessidade de comunicação e relacionamento, afetividade, crescimento mútuo, entre outras. Dentro do espectro profissional, estar associado a outras pessoas ajuda um profissional crescer, se relacionar, entender e visualizar outras perspectivas e opiniões vindas de pessoas do seu próprio segmento ou, muitas vezes, de outras indústrias.

Muitos dos profissionais dedicam uma boa parte de seu tempo em associações de classe e entidades, e a partir desta análise me questiono: Com todas as mudanças que o mundo vem sofrendo, como as entidades do futuro poderão motivar os profissionais a participarem de suas atividades, de forma ativa e dedicada? Sendo que hoje, esses profissionais se relacionam por meio da internet, das redes sociais, e se comunicam muito mais virtualmente que pessoalmente?

Na verdade, minha opinião sincera em relação ao tema é muito simples. Mesmo com toda tecnologia que está em uso atualmente e com todos os recursos que eventualmente possam ser criados, dificilmente o ser humano deixará de sentir necessidade de se relacionar, de lutar por seus direitos e de defender as ideias e posições em que acredita. A forma como fará isso, talvez nenhum de nós consiga prever neste momento. Será que isso trará uma grande diferença? Será que não teremos algum tipo de "Entidade Virtual" onde as pessoas poderão continuar opinando e influenciando políticas públicas e ações setoriais?

Claro que reuniões pessoais dificilmente serão totalmente dispensadas, mas talvez possamos simplesmente organizá-las de uma maneira diferente. A forma não me preocupa, pois entendo que a vontade de fazer (realizar?) dificilmente desaparecerá. Caso isso aconteça, o próprio homem deixará de ser reconhecido pelo que mais o diferencia de um animal qualquer, sua capacidade de protestar, mudar e lutar por aquilo que acredita e por uma sociedade mais justa para todos.

Em termos profissionais, esse tipo de atividade certamente continuará sendo valorizada. Contribuir para a comunidade da qual participamos é algo que nos ajuda a melhorar como profissionais, mas além de tudo, é um ato de cidadania.

Lutar para que o nosso país tenha melhores condições econômicas e sociais é dever de todo e qualquer cidadão. O Estado tem isso por obrigação, mas deve ser acompanhado de perto por nós, para garantirmos, da melhor forma possível, que ele cumpra com a sua parte.

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