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15/07/2010 - 16h57

Como não transformar o período de férias num monstro

Como julho é mês de férias escolares, muitos profissionais começam a pensar em tirar folga de alguns dias ou mesmo são pressionados pela família para sair por uma ou duas semanas. Principalmente para aqueles que são pais e mães, sair nessa época significa poder ficar com seus filhos por mais tempo do que o usual.

Antigamente, férias eram sinônimo de um período programado, estabelecido e cumprido por empregador e empregado, sem muitos questionamentos ou dúvidas. Com a chegada da era da informação e da tecnologia às nossas vidas, parece que esse conceito mudou um pouco.

Somado a isso, o mercado competitivo tem assombrado muitos profissionais, principalmente em cargos de liderança, levando à sensação "monstruosa" de que férias são um período de ausência, em que coisas poderão acontecer, decisões poderão ser tomadas e mudanças serão feitas sem sua participação.

Com isto, muitos deles passam a evitar essa saída anual - aliás, tão necessária e supostamente prazerosa para corpo e alma - justamente para não abandonarem seus postos de "controle" e administração de absolutamente tudo o que possa estar acontecendo.

Porém, na verdade, isso não é possível de ser feito. Primeiro, porque não podemos controlar tudo e, depois, porque as decisões e ações que uma organização decida tomar, ela o fará com ou sem a presença de algumas pessoas, principalmente se forem as impactadas no processo em questão. Aliás, ao contrário, um profissional que nunca se ausenta pode demonstrar certa falta de autoconfiança. Mais do que isso, está perdendo um tempo precioso da sua vida, que é seu tempo de lazer, tempo que ao final é uma das razões pelas quais trabalhamos, não é mesmo? Além de querermos ser úteis, crescer na carreira e nos sentirmos bem, trabalhamos para poder nos divertir.

Por isso, se você é um desses profissionais, pare um pouco, tente planejar uma saída ou quem sabe uns dois ou três dias já ajudem. Férias é algo que se inicia de dentro para fora. É você que se dá férias, não sua empresa. Só assim conseguirá relaxar.

Planeje, preveja os problemas, peça ajuda aos seus pares e colegas. Depois de tudo pronto, simplesmente se vá. Verá que depois de 15 dias nada de tão ruim aconteceu e que você é útil na organização, mas não insubstituível -- como nenhum de nós é. E que bom que seja assim, pois as empresas têm de sobreviver além de nós para continuar a dar trabalho e renda para as próximas gerações.

Lembre-se de desligar aqueles aparelhos que te ligam demais a um aspecto só da sua vida. Deixe ligado o canal de comunicação com todos os outros papéis que você desempenha na vida e dos quais as pessoas ao seu redor tanto precisam.
 

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